Guilherme de Freitas

Guilherme de Freitas, um sobrevivente

O médico-ortopedista Guilherme de Freitas, com especializações internacionais, aos 33 anos, preparava-se para um congresso internacional, quando sofreu um raríssimo AVC de ponte. Ele foi diagnosticado com a síndrome do cativeiro.

Após 14 dias em coma, ele recebeu uma nova vida, com um novo estilo e possibilidade. Já se passaram alguns anos, mas ele, dia após dia, reinventa a vida, sem perder a esperança.

Contudo, o mais importante é que, apesar das limitações motoras, o novo Guilherme ressurgiu muito mais forte e sábio que o velho.

Assim como Guilherme de Freitas, também sua família é uma família médica (pai, mãe, irmão, irmã, tios…). Por isso, ele narra, em sua obra, o seu nascer e o seu renascer em um mesmo hospital.

E é com muito humor, alegria e irreverência que o médico relata sua história, seu Acidente Vascular Cerebral, seus amores, suas buscas, suas realizações…

A fim de auxiliar o próximo, Guilherme escreveu “O quarto 65: uma janela para a vida”, no gênero biografia médica-paciente, em que ele narra sua experiência.

Sem dúvida, sua história contribui positivamente com pessoas e famílias que vivem problemas semelhantes.

O livro “O quarto 65”

O quarto 65” é um sucesso de vendas em todo o Brasil. O livro leva ao leitor a obstinação e a coragem que devem ter uma pessoa que almeja vencer na vida. Sobretudo, quando este ser caminha no limiar da sobrevivência, no auge de sua juventude.

Por fim, nesta obra, o médico narra a diferença entre o estar “no jaleco branco” e o depender “do jaleco branco”; descreve a angústia de uma mente perfeita em um corpo incapaz de reagir; desbanca as teorias médicas de que o paciente – se sobreviver – vai “vegetar”.

Afinal, o que é vegetar?!

No “O quarto 65: uma janela para a vida“, o médico Guilherme de Freitas expõe sobre seu esforço para conviver com (e vencer) a doença neurológica locked-in. Também conta sobre sua comunicação desde o movimento ocular até a atual forma de expressão. Porque, sendo da área, confrontou experiência e vivência.

Conclusão

Agora, mais obstinado do que nunca a vencer, e após muitas palestras, conferências, congressos… levando “O quarto 65” para o mundo, Guilherme de Freitas sabe que todos os dias é um recomeço. Portanto, ele quer recomeçar.

A segunda obra do médico Guilherme de Freitas foi “Desafiando a ciência: uma metáfora da vida”.

Finalmente, em breve, será a vez de relançar a segunda edição de “O quarto 65”, que, ainda neste ano irá figurar em um Congresso da Saúde, no Chile, na versão inglesa.

Assista mais sobre este autor

Guilherme de Freitas, na Rede Globo, uma entrevista emocionante, com Mônica Cunha.

Guilherme de Freitas, na SBT, depoimentos incríveis na matéria reportagem de Lorena Gonzaga.

O canal Saúde em Evidência fez uma cobertura de mídia muito importante, e toda a matéria está disponível no Youtube. Confira: Saúde em evidência 1Saúde em Evidência_2. Saúde em Evidência 3.

Bio Guilherme Pinheiro de Freitas:

Guilherme de Freitas – livro “O quarto 65“, durante o ELICER (Encontro Literário do Cerrado)

O médico-ortopedista Guilherme de Freitas, com especializações internacionais, aos 33 anos, quando se preparava para um congresso internacional, sofreu um raríssimo AVC de ponte, sendo diagnosticado com a síndrome do cativeiro. Após 14 dias em coma, ele recebeu uma nova vida, com um novo estilo e possibilidade. Já se passaram mais de quatro anos e ele, dia após dia, reinventa a vida, sem perder a esperança.

O mais importante é que, apesar das limitações motoras, o novo Guilherme ressurgiu muito mais forte e sábio que o velho. Desse modo, em busca de auxiliar o próximo, ele escreveu “O quarto 65: uma janela para a vida”, no gênero biografia médica-paciente, em que ele narra sua experiência, a fim de contribuir positivamente com pessoas e famílias que vivem problemas semelhantes.

Assim, “O quarto 65” foi um sucesso de vendas em todo o Brasil, levando ao leitor a obstinação e a coragem que deve ter uma pessoa que almeja vencer na vida, especialmente quando este ser caminha no limiar da sobrevivência, no auge de sua juventude.

Por fim, nesta obra, o médico narra a diferença entre o estar “no jaleco branco” e o depender “do jaleco branco”; descreve a angústia de uma mente perfeita em um corpo incapaz de reagir; desbanca as teorias médicas de que o paciente – se sobreviver – vai “vegetar”. Afinal, o que é vegetar?! Expõe sobre seu esforço para conviver com (e vencer) a doença neurológica locked-in. Também conta sobre sua comunicação desde o movimento ocular até a atual forma de expressão.

Conclusão sobre Guilherme de Freitas

Guilherme de Freitas vem de uma família médica (pai, mãe, irmão, irmã, tios…), então, narra, também, em sua obra, o seu nascer e o seu renascer em um mesmo hospital. E é com muito humor, alegria e irreverência que o médico relata sua história, seu Acidente Vascular Cerebral, seus amores, suas buscas, suas realizações…

Agora, mais obstinado do que nunca a vencer, e após muitas palestras, conferências, congressos… levando “O quarto 65” para o mundo, Guilherme de Freitas se prepara para lançar, em julho/2018 “Desafiando a ciência”, e relançar a segunda edição de “O quarto 65”, que, ainda neste ano será também lançado em um Congresso da Saúde, no Chile, na versão inglesa.

O Quarto 65: uma janela para a vida

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Desafiando a ciência: uma metáfora da vida

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